A “quebrada” exige respeito às suas histórias de lutas

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Para competir conosco, tem de entender quem somos.
Dai vou dar uma ajudinha.
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Aos 7, já aprendemos como cuidar uns dos outros. Ficamos sozinhos fazendo comida com os irmãos enquanto os pais saem.
Aos 10, na rua, passamos por todo tipo de situação ao ponto de, com o tempo, só de bater o olho você saber se a pessoa vai te enganar, se ela tem proceder ou é só KO.
Aos 16, já conhecemos todo o Plano Piloto, obrigados a andar de ônibus atrás de um $. Ali reconhecemos a luta de classes e o estado opressor.
Aos 30, o radar fica afiado e sem muita paciência. A essa altura, já sabemos que, devido a ausência de oportunidades para nos e a concentração de capital para os outros, ficamos para trás.
Mas nada como o dia após o outro.
Somos resilientes e se Você pegar esse histórico e só mudar o fato de ao 16 já ganhar a cena, aproveitar as mínimas oportunidades, juntar com varixs irmãos e irmãs para transforma a cidades e acreditar nos que ninguém mais acredita, o que seria só mais um, vira um problema pro sistema.
Então quero dizer: Pode descer, por quer não somos poucos e no fundo, você não sabe voltar sem GPS.

Max Maciel
Ceilândense, 34a, Pedagogo e Especialista em Gestão de Políticas Públicas.
 Foto Ilustrativa: Secretaria Nacional da Juventude, Programa RUAS, Jobem de Expresão
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