O Rock pede passagem e invade a Casa do Cantador em Ceilândia

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Bandas do Rio de Janeiro, de São Paulo, de Minas Gerais e do Distrito Federal vão se encontrar em um momento de muito rock and roll. E de graça para o público. A conhecida Casa do Cantador (Quadra 32 – Ceilândia Sul) deixará de ser palco de repentes e de outros ritmos nordestinos para virar ponto de rock neste fim de semana. No próximo sábado (14/07), a partir das 17h, o evento Rock Cei – Ocupação da Casa do Cantador vai reunir as bandas Cálida Essência (DF), Poetisa Dissecada (MG), 1983 (SP), Poëtka (RJ), Projeto Dois (DF), Blue Buterfly (DF) e o grupo brasiliense Baratas de Chernobyl em uma noite que promete muita diversão no local.

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Idealizado pelo grupo brasiliense Baratas de Chernobyl, o Rock Cei – Ocupação da Casa do Cantador –  busca valorizar a música autoral do Distrito Federal. A proposta pretende, ainda, promover uma interação da população com outros estilos musicais, como o rock, otimizando ainda mais este espaço maravilhoso que é a Casa do Cantador.

 “Já estamos na 3ª apresentação do projeto. E, desta vez, no dia 14 de julho, estamos preparando um megaevento. Com bandas locais e também de fora. Será um verdadeiro encontro de rock”, destaca o baterista do grupo Baratas de Chernobyl, Ney Corrêa.

A Baratas de Chernobyl surgiu a partir da junção de músicos dos grupos Nove Milímetros e Satélite Sonoro. A união aconteceu em agosto de 2014. Os componentes possuem uma vasta experiência musical e buscam suas influências em bandas da década de 80 como Joy Division, Echo and the Bunnymen, The Cure, The Smiths, Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, Hojerizah, dentre outros.

A proposta do grupo, que toca apenas músicas autorais e canta em português, é oferecer ao público reflexões a partir do ritmo e das letras que falam do cotidiano das pessoas. Os arranjos musicais estabelecem uma sonoridade dançante e envolvente. Baratas de Chernobyl se destaca, ainda, por ter conquistado o 1º Festival de Música de Ceilândia para Brasília, realizado pela empresa Telrex Eletrônica.

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No show, os integrantes Maurício Andrade (guitarra), Márcio Vilas Boas (contrabaixo), Ney Corrêa (bateria) e Elvis Rutherford (vocal), tocarão as 11 faixas do álbum autoral intitulado Baratas de Chernobyl dentre outras músicas que não estão nesse álbum.

Rock Cei – Ocupação da Casa do Cantador tem o patrocínio da Secretaria de Cultura do Distrito Federal e do FAC – Fundo de Apoio à Cultura.

 Conheça as bandas do Rock Cei –

 Cálida Essência -

 Banda de rock independente de Brasília, a Cálida Essência já dividiu palco com artistas como Plebe Rude, O Rappa, Jota Quest, Elba Ramalho, Jerry Adriani, Maria Gadú, Juninho Di Sousa, Jah Live, MV BILL, dentre outros.  A Cálida Essência influencia na criação e na fruição de bandas, fortalecendo a cena do rock no Distrito Federal. A banda trás na veia o bom e velho rock que impacta plateias por onde passa com sua obra fonográfica de sonoridade e conteúdo respeitados pela crítica e público.

Abstrato, intenso e atemporal, o primeiro DVD da Cálida Essência comemora os 20 anos da banda. É um apanhado dos CDs O Nome da Rosa e Caderno da Esperança, além de um prenúncio da nova fase do grupo. O Assassinato da Rosa é uma das músicas inéditas desse DVD e parafraseia o poema “ULTIMATUM”, de Álvaro de Campos, um dos heterônimos de Fernando Pessoa.

O show traz para o público reflexões acerca da relação entre o humano e o ecológico. O espetáculo emociona e sensibiliza para questões relacionadas à inclusão, à diversidade, à sustentabilidade e à qualidade de vida personificadas na performance de Ayla Serena. São 12 músicas relidas em versões exclusivas para o DVD.

Poetisa Dissecada

Poetisa Dissecada é uma banda atualmente formada por Bira L. Silva, no vocal, Júlia Amorim, no baixo, Cassiano J. Oliveira, na guitarra, e Eduardo Vianna, na bateria.

Fundada em 2016 na cidade de Juiz de Fora (MG) com a proposta de criar um punk rock autoral com influências de post punk e deathrock. O grupo escreve músicas em português com temas sombrios e busca inspiração na literatura e nas artes.

A banda acredita na união e interação entre subculturas, de modo a contribuir com o meio alternativo underground. Apoia outras bandas, festas e produções com base no Do It Yourself.

Blue Butterfly

Blue Butterfly surgiu de um projeto inspirado em uma infinidade de gêneros da música eletrônica: synthpop, electro, industrial, electronic body music (E.B.M), futurepop e darkwave. As letras abordam teorias de conspiração e recentes conflitos sócio-políticos internacionais. O grupo foi formado em 2007 por Marcus Coelho [Vocal/Programação] e J.P. Manoeli [Teclados/Backing e Vocals/Programação], ambos integrantes da Banda Invisível (1998), reconhecido grupo brasileiro de gothic rock. Israel Brito [Programação/Produção/Teclados] se juntou ao grupo em 2009, ajudando a impulsionar uma visão artística orientada por sintetizadores, vocoders e samplers, principalmente inspirado na batida da música eletrônica “industrial” associada às melodias harmônicas dos grupos britânicos de “synth-pop” dos anos 80.

Em 2008, eles lançaram seu primeiro EP independente “Poison Planet”, mesclando músicas que possuem uma visão aterradora e realista do comportamento humano, com canções melódicas que exaltam os sentimentos e o amor.

O EP seguinte, “World of Manipulation”, de 2010, reforça a sintonia entre densas batidas industriais e suaves arranjos melódicos. Novas teorias da conspiração e o cyber punk continuam influenciando as letras, tornando-as a marca registrada do grupo.

No início de 2011, Israel Brito deixa o grupo.  Em 2015, lançaram seu primeiro CD intitulado “Change the World” contendo os dois primeiros EP’s e mais quatro músicas inéditas, divulgando o mesmo na Turnê 2015 pelo Brasil em conjunto com a banda alemã Tonchirurguie com shows em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Recife e Fortaleza. A Blue Butterfly vem constantemente abrindo shows de importantes grupos musicais internacionais em todo o Brasil.

INTEGRANTES DA BLUE BUTTERFLY

Marcus [voice/programming/production] | João Paulo [keyboards/programming/backing vocals].

Poëtka

Poëtka é um projeto eletrônico do Rio de Janeiro formado por Armando Louder, Ricardo Moreira e Valdo Santos. O grupo contrasta uma sonoridade orgânica com sintetizadores. Combinando elementos do pós-punk, traz em sua bagagem frases melódicas e batidas mecânicas que geram um resultado hipnótico rítmico denso.

1983

 1983 é uma banda que nasceu do experimento que combina guitarras toscas dissonantes com sons sintetizados eletrônicos às vezes dançantes, às vezes monótonos e embriagantes, misturada com a agonia lírica de um artista de São Paulo chamado Dennis Monteiro. Dennis é músico desde os oito anos de idade e, desde 2006, faz música autoral na cena underground paulistana. O músico passou por diversas bandas com sonoridades diferentes, principalmente ligadas ao punk/goth e postpunk, até chegar a concepção do 1983, que carrega “restos” de composições de antigas bandas com criações novas. Suas influências vão do punk rock às canções e pontos de gira de umbanda. Neste projeto afloram-se ainda as influências do post punk, minimal wave, shoegaze, indie rock e dream pop. Durante o ano de 2017, começam as produções do primeiro EP, homônimo, que foi gravado durante os meses de dezembro e janeiro e lançado em fevereiro de 2018. A formação atual conta com Dennis Monteiro – voz/cordas/synth/programações e Nill Salles – Synth.

Serviço:

Rock Cei – Ocupação da Casa do Cantador

Data: 14 /07/2018

Local: Casa do Cantador (Quadra 32 – Área Especial G- Ceilândia Sul)

Horário: A partir das 17h

Informações: 3378-5067

Entrada franca.

Classificação livre.

 

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