Cineclube em Brasília traz filmes feitos por grandes mulheres do cinema

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A próxima sessão do Cine Cleo, nesta quinta-feira (16/08), será histórica. Ou seja, vai resgatar mulheres que se tornaram atemporais pela importância e legado que deixaram para o cinema nacional e mundial. A sessão acontece às 19h na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes (Setor de Diversões Sul) e exibirá as produções O Poder dos Afetos, de Helena Ignez, A Entrevista, de Helena Solberg, e Mar de Rosas, de Ana Carolina.

Criado em outubro de 2017, o Cine Cleo é um cineclube brasiliense que foi fundado por atrizes, diretoras, pesquisadoras, produtoras e técnicas na área audiovisual. Mulheres que debatem junto ao público, sempre quinzenalmente às quintas-feiras, temas de interesse social e de gênero.

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As sessões gratuitas acontecem às 19h na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes e, além de dar espaço para a produção feminina, incentivam as atividades neste polo cultural do Distrito Federal.

Mulheres eternas

Após debater temas como Velhice e Seus Afetos, Espelhamento, Mulheres Que Amam Mulheres, dentre outros assuntos de interesse social e de gênero, agora será a vez de diretoras que se tornaram ícones na história mostrarem suas produções na telona montada na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes.

A 19ª sessão do cineclube chega com filmes como O Poder dos Afetos, de Helena Ignez. O filme desenrola-se em um cenário paradisíaco, tratando a brasilidade e a sua força na transformação dos costumes, rompendo preconceitos e trazendo à tona uma realidade mágica e original através de seus personagens inquietantes. Em cena, os atores Ney Matogrosso, Simone Spoladore, Djin Sganzerla e Dan Nakagawa se destacam.

Já A Entrevista, de Helena Solberg, teve como base uma série de entrevistas feitas pela realizadora com jovens do mesmo meio social. Por trás dessas entrevistas, surge um perfil convencional de “mulher”, figura idealizada por certa aura de romantismo, costurado por uma montagem que relaciona questões da opressão feminina com a repressão militar vivida pelo país.

Ainda, o longa-metragem Mar de Rosas, de Ana Carolina, mostra a história de Sérgio e Felicidade. Ambos chegam a um hotel no Rio de Janeiro, com a filha adolescente, Betinha, discutindo o relacionamento. Uma briga que culmina na esposa agredindo o marido com uma navalha. Acreditando que o marido está morto, ela foge com Betinha de volta para São Paulo. Uma viagem que se torna um jogo de manipulações e violência.

Ao final da sessão, as idealizadoras do Cine Cleo conduzirão um debate.

Histórico

O Cine Cleo homenageia Cleo de Verberena (1909- 1972), a primeira mulher brasileira a dirigir um longa-metragem no país: O Mistério do Dominó Preto, em 1930.  O projeto é uma realização da Secretaria de Cultura do Distrito Federal com o patrocínio do FAC – Fundo de Apoio à Cultura. O cineclube faz ainda parceria com o projeto Verberenas, site colaborativo de críticas de cinema escritas por mulheres realizadoras audiovisuais. O projeto nasceu em 2015, dentro da Universidade de Brasília.

Ficha técnica

Curadoria: Amanda Devulsky, Erika Bauer, Glênis Cardoso, Isabelle Araújo

Produção executiva: Natália Pires

Direção de produção: Natália Pires

Produção: Bárbara Cabral

Produção técnica: Mari Mira e Janaína Montalvão

Design e assessoria de comunicação: Flora Egécia (Estúdio Cajuína) Bianca Novais (Estúdio Cajuína)

Assessoria de imprensa: Baú Comunicação Integrada

Serviço:

Cine Cleo (Cineclube das mulheres)

Dia 16 de agosto (quinta-feira), às 19h.

Em cartaz até agosto de 2018, quinzenalmente, sempre às quintas-feiras, às 19h.

Local: Na Faculdade Dulcina de Moraes – Conic (SDS)

Entrada franca

Informações: www.facebook.com/cinecleo/

Não recomendado para menores de 16 anos

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