Setor Produtivo de Ceilândia condena reajustes dos serviços da Junta Comercial

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O governador Ibaneis Rocha (MDB) assinou nesta sexta-feira (1º) um decreto que traz a Junta Comercial para o guarda-chuva do governo do Distrito Federal. Até então, o órgão era administrado pelo governo federal. Com a passagem de bastão, os empresários terão de pagar até 767% mais caro para resolver as mesmas pendências burocráticas.

Este aumento recorde é referente ao distrato social, quando os sócios buscam dissolver a empresa. Na antiga tabela, a taxa era de R$ 34. O novo valor subiu para R$ 295.

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Para um microempresário fazer uma inscrição no MEI, terá de pagar a partir de agora R$ 160. O antigo valor era de R$ 30 – aumento de 400%. E para extinguir o MEI, o preço subiu de R$ 20 para R$ 150 – aumento de 650%.

Vivemos em momento de revolução tecnológica, a Junta Comercial se modernizou, os processos estão todos digitalizados. Você paga a taxa e recebe por e-mail. O custo tem que ser bem menor. Então, o presidente da Associação Comercial de Ceilândia, Clemilton Saraiva, afirmou que esse reajuste da tabela de serviços da JCDF é um presente de grego, é  incoerente”, continuou.

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Há que revisar este absurdo de reajuste. Caso o governo não reveja, há que se questionar o assunto junto ao CADE, Conselho Administrativo de Defesa Econômica.” afirma Saraiva”

Ademais, o presidente da ACIC, disse” essa junta comercial no Plano Piloto é outro asurdo, pois a maioria dos empreendedores do DF se encontram entre Ceilândia, Taguatinga, Samambaia, etc. É nessa região que se concentra mais de 70% da população do DF.

Confira nota do setor produtivo no link abaixo: 

https://www.facebook.com/acic.ceilandia/photos/a.1692277331003116/2320554884842021/?type=3&theater

Com colaboração g1

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