Parte dos Metroviários do DF não voltaram ao trabalho devido a “quebra de caixa”

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A Companhia do Metropolitano do DF (Metrô-DF) informou hoje(18) que em assembleia, os metroviários decidiram ontem(17) pelo fim da greve de 77 dias, em cumprimento à decisão judicial do Tribunal Regional do Trabalho (TRT). Contudo, irão permanecer em estado de greve até o julgamento do dissídio coletivo apresentado pelo sindicato no TRT.

O metropolitano do df informou, ainda que todas as estações abriram no horário normal, às 5h30, e 24 trens circularam no horário de pico, reduzindo o tempo de espera dos trens nas estações. Segundo a companhia foi possível adotar a estratégia Y2 (a cada 3 trens que saem de Central, um segue para Samambaia e dois para Ceilândia).

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Das 24 estações, porem 13 tiveram que liberar acesso aos usuários porque alguns empregados seguiram a orientação do Sindmetrô e não abriram o caixa das bilheterias. Eles alegam que, por não haver Acordo Coletivo de Trabalho em vigência em que consta a “quebra de caixa” (diferença paga pela empresa se faltar alguma quantia), não iriam se responsabilizar com eventual diferença nos valores arrecadados até que o Metrô se pronuncie a respeito dessa situação.

As estações  da 102 Sul, 108 Sul, 112 Sul, 114 Sul, Asa Sul, Feira, Arniqueiras, Concessionárias, Praça do Relógio, Ceilândia Sul, Ceilândia Norte, Furnas e Samambaia Terminal, estão com liberação de acesso aos usuários. A direção do Metrô afirmou que tomará as medidas cabíveis em relação aos empregados que se recusarem a cumprir seu dever funcional, inclusive quanto aos prejuízos causados ao erário.

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Durante a assembleia, os metroviários do DF, decidiram que os empregados sigam para seus postos de trabalho de transporte público porque alegam que, como não há Acordo Coletivo vigente, não há previsão de pagamento de indenização de transporte. Esse seria o motivo do atraso na chegada de alguns deles. A inexistência de indenização não justifica atrasos, que serão computados e apenados na forma da lei.

O Metrô-DF deixou de arrecadar R$ 9.120.372,17 em 76 dias de greve (até o dia 16) e, aproximadamente, 1.750.000 usuários foram transportados a menos, comparando-se com o mesmo período do ano anterior.

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